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O jovem, o futuro e a sustentabilidade


O mundo que aguarda um jovem na casa dos 20 anos não é róseo. Pelas estatísticas da OIT, o futuro que ele vai precisar encarar é o desemprego.

Imagem: Instituto Ethos

Os jovens nas ruas deixaram evidente o mal-estar que sentem em relação ao “sistema”. As grandes manifestações de junho ainda desafiam os governos, os políticos, os especialistas e também as empresas. Afinal, qual é o recado que elas enviam?

As pesquisas feitas no calor da hora mostram que o perfil desse manifestante é de um jovem de classe média, seja da “nova” ou da tradicional, com menos de 25 anos, sem preferência partidária e participando pela primeira vez de um protesto político. Dos jovens manifestantes, 22% eram estudantes e, entre esses estudantes, 77% cursavam o ensino superior ou eram recém-formados.

A falta de um foco específico – ou talvez por isso mesmo – deixou claro o mal-estar que esses jovens sentem em relação a “tudo que está aí”. Isso porque o mundo que aguarda um jovem na casa dos 20 anos não é róseo. Se as estatísticas da Organização Internacional do Trabalho (OIT) estiverem corretas – e elas costumam estar –, o futuro que esse jovem de hoje vai precisar encarar é o desemprego.

No documento Tendências Mundiais do Emprego Juvenil 2013, que foi lançado em maio, a OIT ressalta que a taxa mundial de desemprego entre jovens de 15 a 25 anos está em 12,4%, mas varia muito de região para região. Ela é mais alta no Oriente Médio e na África do Norte, com 28,3% e 23,7%, respectivamente, e mais baixa na Ásia, com 9,5%. Na América Latina e Caribe, o desemprego juvenil está em torno de 12%. A OIT destaca que, embora o crescimento econômico nessa região tenha produzido melhoras na situação laboral, os jovens não foram os mais beneficiados. Os empregos formais, “de carteira assinada”, são menos acessíveis aos jovens, que se veem obrigados a aceitar trabalhos temporários ou de meio período e, muitas vezes, desistem de esperar pela “oportunidade de ouro”, o emprego com um bom salário numa empresa tradicional. Por isso, a média da taxa de desocupação juvenil é quase o dobro da adulta que, na região, está em 6%, segundo a própria OIT.

Como a perspectiva de um trabalho fixo e bem remunerado se torna cada vez mais distante, muitas pessoas em fase de formação escolar decidem abandonar os estudos e passam a engrossar a camada dos “nem-nem” – nem estudam, nem trabalham.

No Brasil, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) calcula em 22,6% a porcentagem de desemprego entre os jovens de 16 a 24 anos, no final de 2012. Essa porcentagem foi divulgada na newsletter Canal RH do último dia 11 de julho.

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) informou, no final do ano passado, que, entre os anos 2000 e 2010, o número de jovens que não estudam, não trabalham e não procuram emprego aumentou em 708 mil indivíduos. A proporção passou de 16,9% para 17,2% das pessoas entre 15 e 29 anos.

Desemprego em baixa, menos para jovens

A taxa de desemprego no país está em 5,7%, a menor da história. Por que a da população mais jovem não se encontra no mesmo patamar?

Uma das explicações é que os jovens não costumam parar muito tempo num emprego. Outra é a de que há ainda no país uma defasagem entre as habilidades e competências adquiridas na escola e aquelas exigidas pelas empresas. Assim, na hora de contratar, uma pessoa com maior experiência acaba sendo selecionada.

Há ainda uma questão recorrente quando se fala nas oportunidades para jovens: trata-se da baixa escolaridade.

A escolaridade média do brasileiro é de 7,2 anos de estudo, segundo a ONU, ou de 7,4 anos, segundo o Ministério da Educação (MEC). De qualquer forma, é uma das menores médias da América do Sul. A evasão escolar no ensino fundamental é de 24,3%, também uma das maiores do continente.

Como a exigência para ocupar as vagas nas empresas só aumenta e a escola, principalmente a pública, é desinteressante e sem qualidade, o jovem deixa os estudos e acaba também desistindo de procurar emprego. Se juntarmos o potencial de insatisfação desse jovem com o de outros que, mesmo empregados, não veem futuro na vida que levam, temos as condições para as manifestações que ainda sacodem o país.

Qual a saída?

O mundo precisa “ter graça” para esses jovens. Portanto, o desafio brasileiro, daqui para a frente, é encontrar um modelo que faça avançar a qualidade de vida. Isso coloca um repto para os governos e para as empresas também. As companhias precisam reforçar o investimento nos jovens talentos, pois eles serão os técnicos e executivos que levarão à frente os negócios. A “visão de futuro” precisa superar a ideia mais imediatista de custo, pois será necessário investir em capacitação.

A já citada newsletter Canal RH traz o exemplo da BDF Nívea Brasil, que contrata profissionais em início de carreira tanto em processos de recrutamento e seleção tradicionais quanto por meio do programa Jovens Aprendizes, com a finalidade de formar talentos dentro da própria empresa e permitir que eles cresçam lá dentro.

Os processos de trainees costumam ser excelente porta de entrada em grandes empresas para quem está saindo da faculdade. As grandes empresas abrem inscrições para trainees normalmente nos finais de ano, oferecendo vagas em várias áreas de formação, de engenharia a comunicação. Normalmente, esses processos duram de um a dois anos, ao final dos quais muitos dos treinandos acabam contratados pela empresa.

Mas, para atrair o jovem “nem-nem”, a empresa precisa ter “algo mais”. Precisa entender o anseio dele e a contribuição que ele pode dar para a melhoria dos negócios, da comunidade e da própria sociedade. Não é um desafio simples de ser enfrentado e não cabe só à empresa fazê-lo. Governos também devem inovar em políticas públicas de educação, cultura e seguridade social. Se essas políticas forem mescladas com ações empresariais que garantam emprego interessante ao jovem e, ao mesmo tempo, oportunidade para ele voltar a estudar, por exemplo, numa sala de telecurso na própria empresa, é possível estarmos encaminhando uma solução não tradicional para um dos mais sérios desafios que o Brasil precisa superar.

O desafio do século XXI– no Brasil e no mundo – é atender as necessidades da imensa parcela da humanidade excluída dos direitos e do bem-estar. Não se trata apenas de “vender”, mas de entender o que essas pessoas precisam e oferecer-lhes soluções, colocando o mercado a serviço da sociedade, e não o contrário, como ocorre na sociedade de consumo de massa.

É isso o que os jovens do Brasil e do mundo gritam nas ruas, a seu jeito e em seu idioma próprio.

Sérgio Mindlin é presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Ethos.

Fonte: Instituto Ethos

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É lançado jogo para estimular habilidades de líderes em sustentabilidade


(Foto:Querô Filmes/foto)

Foram três tipos de encontros com públicos diferenciados para apresentar ao público externo o jogo de tabuleiro SustentaHabilidade, na quinta edição do Espaço Sustentabilidade em Ação, no Senac Jabaquara. Idealizado pela equipe de funcionários do Senac Jabaquara a partir de uma pesquisa de trabalho de conclusão de cursos de Luciana Garisto do MBA de Gestão para Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas, o jogo estimula a cooperação entre os participantes.

O jogo é de quatro rodadas de partidas
(foto: Querô Filmes/foto)

A ideia é que o jogador desenvolva projetos relacionados com sustentabilidade para evitar o agravamento de problemas globais. Consequentemente, os participantes adquirem certas habilidades: visão sistêmica, articulação e negociação. São importantes para líderes em sustentabilidade. É obrigatória a presença de um mediador, que acompanha todo processo, e precisa ser um profissional com conhecimento e prática em gestão de pessoas e sustentabilidade.

Foram oferecidas partidas em três momentos na programação do evento: das 15 às 17 horas; das 17h30 às 19h30; e das 20 às 22 horas. Cada uma das oficinas possui diferentes público e mediador. O primeiro, das 15 às 17 horas, foi destinado para alunos de cursos técnicos e livres, e contou com a mediação de Eliana Saraiva, docente responsável pelos cursos técnicos de meio ambiente do Senac Jabaquara. O seguinte para estudantes de graduação e pós-graduação, com a mediadora Silene Bueno, coordenadora do curso de pós-graduação de Direito Ambiental do Senac Jabaquara. E, por último, os docentes foram apresentados ao jogo, com presença das mediadores dos outros encontros, além do gerente da unidade para explicar e contextualizar a importância desse recurso didático e como está alinhado com a proposta pedagógica da instituição.

No tabuleiro

Em primeiro lugar, o mediador explica as regras do jogo. Cada jogador recebe um tabuleiro azul e um resumo das regras como material de apoio. Começam os comentários de cada jogador e as primeiras perguntas sobre qual seria o primeiro passo, checam os objetivos dados para cada um, o que querem já abrir na primeira rodada e quantos irão apoiar, para iniciar a partida. O jogo é feito de quatro rodadas. “Esses projetos nunca podem ser feitos por um jogador sozinho, pelo menos dois”, sinaliza a mediadora.

As atitudes são bem valorizadas ao líder. Por outro lado, os jogadores não podem ficar com empréstimos pendentes no final da partida. Cada projeto aberto precisa ser concluído sem gerar danos aos outros setores. Quem abre um projeto, ganha pontos na atitude.

No tabuleiro, há vários itens. Um deles é a Organização das Nações Unidas. Lá só a partir da quarta rodada e projetos com no mínimo três funcionários. Segundo a mediadora, o jogador pode solucionar o problema ambiental do mundo.

Fonte: Setor3

Sustentabi… o quê?


Reprodução / Apesar de estar na moda, poucas pessoas sabem definir rapidamente o que significa o termo “sustentabilidade”. E, se você é vestibulando, aprender a falar bem sobre o tema é essencial para atingir um bom desempenho no vestibular este ano: as provas deverão trazer perguntas sobre a conferência das Nações Unidas Rio+20, que acontece em junho, o debate sobre o novo código florestal e também o cumprimento das metas previstas no Protocolo de Kyoto, entre outros assuntos.

Para dar uma ajudinha aos estudantes, o Curso e Colégio Acesso promove neste sábado (5) o Encontro Cultural sobre Sustentabilidade. O evento é aberto à comunidade, mas as vagas são limitadas. Em formato de aulas compactas, os organizadores da iniciativa esperam reunir 900 estudantes no auditório Bento Mossurunga, do Colégio Estadual do Paraná.

Para participar é preciso se inscrever pelo telefone (41) 3016-2682 e o ingresso será trocado por dois litros de leite que serão doados a instituições de caridade de Curitiba.

Participe!

Obs.: Mas… em poucas palavras, o que é sustentabilidade? Você já sabe! Entre milhares de definições, o termo normalmente se refere às iniciativas que visam suprir as necessidades atuais dos seres humanos sem comprometer as condições de vida com qualidade das próximas gerações.

Serviço
Encontro Cultural sobre Sustentabilidade
Data: 5 de maio (sábado), das 14 às 18h.
Local: Auditório Bento Mossurunga, no Colégio Estadual do Paraná (Av. João Gualberto, 250, Alto da Glória, Curitiba, Paraná)
Informações e inscrições: (41) 3016-2682
*Vagas limitadas

Fonte: Gazeta do Povo

Programa Open Dojô


O Open Dojô é um programa inovador voltado para jovens que querem se antecipar em relação ao futuro e acelerar sua preparação para iniciar a vida profissional no mercado mundial que emerge sob a influência da sustentabilidade. Destinado ao jovem que quer um diferencial significativo para atuar plena e integralmente dentro da nova realidade global e tem as seguintes características: cursando nível superior ou técnico, em qualquer área de formação ou especialização, estagiários, recém-formados e ou indivíduos que possuem experiência prática adquirida através de viagens, trabalhos voluntários, projetos sociais e ambientais ou trabalhos comunitários. O programa tem foco na aprendizagem pela ação, o Open Dojô é um jeito diferente de arquitetar o futuro, alinhado aos desafios do hoje e do amanhã.
Para entender o nome da atividade o ideograma “DO” possui dois significados. O primeiro está relacionado com o caminho ético que tem sua base nos valores universais, cujas diferenças culturais se entrelaçam e se unem para formar um único caminho. O segundo caminho está relacionado a um grande respeito pelo ser humano, à natureza da existência humana, que dá uma importância fundamental à energia que opera na natureza.
Associado ao ideograma “JO” – que significa lugar, local, a palavra DOJO adquire uma interpretação mais profunda: o caminho da prática, a via para o desenvolvimento integral, onde entramos em contato com o nosso melhor estado de SER.

 

O Open-Dojô oferece duas faixas de desenvolvimento para trabalhar competências humanas e empreendedoras, a faixa laranja e a faixa preta.
A Faixa Laranja acontece em encontro intensivo de seis dias integrais no mês de fevereiro. Possibilita ao jovem o desenvolvimento de seis competências humanas e empreendedoras. Indicado para pessoas com necessidade de desenvolvimento em curto espaço de tempo e busca ampliar seus conhecimentos e complementar sua formação acadêmica. O encontro será de 7 a 12 de fevereiro de 2011, das 9h às 18h e tem investimento de R$ 450,00 após a inscrição + 1 parcela de R$ 450,00.
A Faixa Preta acontece em dois encontros intensivos de seis dias cada. Possibilita ao jovem o desenvolvimento do rol completo de competências do Open·Dojô. Entre os encontros, há um intervalo de prática com duração de quatro meses, de março a junho. Nesse intervalo o jovem coloca o conhecimento adquirido em prática e o transforma em know-how (saber como fazer) através de um mix de experiências estruturadas pelo Open Lab e com agenda definida conjuntamente com osparticipantes. O intervalo de prática conta com o suporte do TOOLBOX, uma exclusiva caixa virtual de ferramentas na qual tarefas e desafios são postados periodicamente. Os encontros estão programados de 7 a 12 de fevereiro de 2011 e 4 a 9 de julho de 2011, das 9h às 18h. O investimento é de R$ 480,00 após a inscrição + 5 parcelas de R$ 480,00.
O jovem que conclui o Programa Open Dojô no nível de desenvolvimento Faixa Preta, recebe o Certificado Talento Verde reconhecido pela UNITAR Instituto das Nações Unidas para Treinamento e Pesquisa. Um diferencial significativo no mercado global de trabalho e Integra um Banco de Talentos Verdes acessado por organizações de grande e médio porte que contribuem para o Fundo Social de Desenvolvimento do Potencial Humano.

As inscrições vão até dia 30 de novembro, para realizá-las, clique e acesse o site do Open-Dojô.

Brindes Ecológicos são Nova Tendência no Meio Corporativo


Com a chegada do final de ano, muitas empresas presenteiam com brindes corporativos seus empregados, parceiros e clientes. O objetivo é reforçar a imagem da corporação e prestigiar de forma positiva todos aqueles que colaboraram nas realizações institucionais. 
É um mercado que está em constante alta no Brasil, os brindes promocionais são presentes customizados ou personalizados, instrumentos que trabalham diretamente com a imagem da corporação. Eles posicionam a marca da empresa, impressa nos objetos presenteados, na cabeça de quem os recebe.
Nesse segmento, os brindes ecológicos ganham espaço, eles caracterizam organizações preocupadas com questões relacionadas à sustentabilidade, e retratam uma estratégia de marketing.
Existe uma gama de objetos da linha ecológica que podem ser usados para presentear o público-alvo. São agendas personalizadas, canetas, cadernos, blocos de anotações, calculadoras, camisetas, mochilas, sacolas, bonés e até mesmo pen drives feitos com plástico reciclado.

*Adaptado de Administradores.

Qual sua opinião sobre esses brindes ecológicos? A Sustentabilidade é retratada quando empresas fornecem esses materiais? Com quais dos objetos descritos você teve contato ou até mesmo recebeu? Poste seu comentário!

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