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Japão quer realizar o sonho do carro voador antes da Olimpíada de 2020


A Olimpíada de Tóquio ainda está a quatro anos de distância, mas o país não quer fazer feio no quesito tecnológico. Para mostrar a capacidade técnica do país diante do resto do mundo, engenheiros estão tentando tirar do papel um sonho antigo da humanidade: o carro voador.

Sim, o carro que voa é um projeto antigo e várias empresas já tentaram. O caso mais famoso é o da americana Terrafugia, que de tempos em tempos joga uma isca indicando que o projeto está avançando, mas nunca lança um produto (e desconfiamos que nunca vai lançar). Para os jogos de Tóquio, a missão está nas mãos de um grupo chamado Cart!vator. O grupo, fundado pelo pesquisador Tsubasa Nakamura, quer que o projeto se torne comercialmente viável após a Olimpíada de 2020.

O objetivo do projeto é criar um veículo que seja capaz de circular por superfícies pavimentadas, mas que também possam realizar decolagens e pousos verticais (como um drone ou helicóptero). Ele seria usado na abertura dos jogos para circular na pista do Estádio Nacional e levantaria voo para acender a pira olímpica.

A proposta é que a máquina, quando pronta, tenha cerca de 3 metros de comprimento e 1,20 metro de largura, segundo o jornal Asahi Shimbun. A ideia é criar o veículo a base de bateria, que seja capaz de se deslocar até 50 quilômetros no ar a uma altitude de até 50 metros. Mas para isso, é preciso evoluir algumas tecnologias.

“Se a inovação tecnologia for alcançada na área de desempenho de bateria e outros campos, o veículo poderia ser comercializado no futuro”, afirmou o engenheiro Masafumi Miwa. Ou seja: por enquanto, a ideia é criar o carro voador apenas para demonstração, e não para ser um produto real.

Por enquanto, o grupo já arrecadou US$ 25 mil para bancar o projeto, mas precisa de mais para financiar o desenvolvimento. Só resta esperar para ver se serão capazes de realizar o feito até 2020 e se o projeto será apenas uma demonstração ou se tornará um produto real depois de um tempo.

 

Fonte: Olhardigital – UOL

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