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Por que a sinalização torna o trânsito mais perigoso?


Um modesto engenheiro de trânsito holandês demonstrou que ruas sem sinalização podem ser mais seguras que aquelas abarrotadas de setas, faixas no asfalto e sinaleiros. Será que estamos aptos a acreditar nele? O escritor Tom Vanderbilt, autor do best-seller “Traffic: por que dirigimos assim? (e o que isso diz sobre nós)” explica que sim, nós podemos.

Se te pedissem para citar um famoso engenheiro de tráfego, numa conversa de roda de bar totalmente entediante, as chances de você mandar um bom palpite são escassas. É verdade que o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, estudou engenharia de tráfego, mas sua (má) fama não deriva do fato de que ele algum dia brincou com a distribuição dos semáforos de Teerã. Bill Gates no começo de sua carreira desenvolveu softwares para um aparelho que fazia contagem de carros, mas ele era um gênio dos computadores mais interessado em tecnologia do que no trânsito.

Os mais inteirados no tema podem até lembrar vagamente de nomes como William Phelps Eno, o suposto “pai” do controle de tráfego, ou mesmo Henry Barnes, o czar do trânsito novaiorquino, que inventou a “Dança de Barnes”: quatro faixas de pedestre em X, bem no meio de um cruzamento de carros, como mostra a foto acima.

Engenheiros de tráfego são figuras obscuras, embora seu trabalho influencie nossas vidas todos os dias. Um levantamento geográfico em East Lansing, estado do Michigan, EUA, certa vez descobriu que mais de 50% da área do distrito comercial era destinada à “espaços do automóvel” – estacionamentos, ruas e coisas do tipo. Em geral, o desenho e o gerenciamento do espaço é entregue a engenheiros de tráfego, e o nosso comportamento urbano é altamente influenciado pela decisão desses senhores.

Leia a matéria na íntegra.

fonte: Jalopnick

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