• Digite seu endereço de email para acompanhar esse blog e receber notificações de novos posts por e-mail.

    Junte-se a 155 outros seguidores

  • Arquivos

Dica: como conseguir uma bolsa no exterior


Você ja pensou em estudar no exterior? Quem saber fazer um intercambio, uma parte da graduação ou mesmo o curso todo… Separamos algumas dicas para quem está pensando em estudar fora do Brasil, veja:

 A ficha de inscrição para a bolsa deve ser feita como o imposto de renda, porque se o aluno erra qualquer item, paga caro, com desclassificação. É muito importante que o universitário responda a todas as questões corretamente e preste atenção nas datas e prazos estipulados.

Um dos principais problemas é a falta de atenção. No entanto, o jovem não precisa fazer tudo sozinho. As universidades geralmente recomendam um professor para acompanhar o processo de inscrição.

A documentação, em geral, deve ser entregue à universidade para verificação. O tempo recomendado para que o universitário tenha tudo em mãos varia em cada instituição, mas, em no máximo seis meses antes do embarque, todos os documentos e certificados devem estar em ordem.

O visto de estudante, documento que garante a entrada do aluno no país de destino, também deve ser providenciado assim que a carta de aceitação estiver em mãos. Tal carta é fundamental para conseguir o visto. Alunos que viajam com a documentação pronta têm a entrada no país de destino quase garantida, porque a cooperação internacional é interesse das nações que promovem as bolsas.

A carta só chega quando o aluno já concluiu o processo de inscrição. E aí, o professor orientador envia uma recomendação formal à universidade. Nela é preciso que estejam descritas todas as aulas e atividades de interesse do estudante em seu período de permanência. Após receber a recomendação e todos os documentos necessários, a universidade estrangeira envia a carta de aceitação aos aprovados. Ela é o passaporte para estudar no exterior.

As entrevistas presenciais realizadas podem observar desde o comportamento do candidato até o porquê de seu desejo em participar do programa de intercâmbio. Os entrevistadores observam o comprometimento do estudante, além de sua preparação para enfrentar a dificuldades, como saudade da família e possíveis problemas de adaptação. É importante mostrar motivação para participar do programa, pois o aluno será avaliado por seu interesse. Também será observado o conhecimento adquirido da instituição por meio de pesquisa, o que facilitará sua adaptação, e quais os conhecimentos o jovem tem interesse de trazer consigo na volta.

É importante deixar claro aos entrevistadores, além das qualidades relacionadas acima, o interesse em usar o conhecimento no país de origem. Afinal, o interesse das cooperações feitas entre nações é que o aluno vá, ganhe conhecimento e volte para dar continuidade ao trabalho.

Outro ponto de reprovação é o exame de línguas. Cada programa pede um nível de conhecimento e há bolsas que não exigem certificados de conhecimento prévio.

Cuide do seu dinheiro: A Diretora de Operações da Belta (Brazilian Educational & Language Travel Association), Maura de Araújo Leão, defende que o melhor é sair do Brasil com tudo pronto e com os custos da viagem organizados para evitar que o dinheiro acabe antes da hora. “É preciso calcular os gastos e reservar uma quantia mínima em dinheiro exigida pelas leis de cada país para entrar em seu território”, afirma. Segundo ela, embora as regras variem de acordo com cada país, a melhor opção para o intercambista é levar na bagagem cartões bancários que permitam saques da conta corrente no exterior. Aí, o viajante tem duas alternativas: ou mantém uma conta num banco nacional que tenha filiais em outros países, onde é possível sacar o dinheiro em Real e trocar pela moeda local, ou ter um cartão internacional, que possibilite o saque direto na moeda local.

Outra maneira segura e menos convencional de sair do país com dinheiro em mãos é optar pelo cheque viagem. Com ele, o intercambista sai do país de origem com um cheque nominal preenchido e pode retirar a quantia em questão no exterior.

Quem vai estudar fora por mais de um ano, tem a possibilidade de abrir uma conta no país onde irá residir. Embora cada nação tenha uma regra diferente, em geral, basta apresentar o passaporte e um comprovante de residência para abrir a conta.

Providencie todos os documentos: O primeiro passo é verificar no consulado do país que se pretende estudar quais documentos são exigidos para dar entrada no visto. Quando o visto e o passaporte estiverem em suas mãos, será necessário providenciar uma apólice do seguro saúde para levar consigo na viagem. Em geral, todos os programas de intercâmbio indicam opções de seguro saúde para o intercambista.

Quem quiser obter descontos em museus, teatros e outras opções culturais pode fazer uma carteira de estudante que tenha validade internacional nas agências de viagens ou universidades aqui do Brasil. “Essa é uma opção boa para estudantes conhecerem as atrações internacionais sem precisar gastar muito”, explica Luciane.

Vacine-se antes de sair do Brasil: Fique atento às exigências, muitos países pedem vacinação obrigatória contra determinadas doenças. A relação de vacinas deve ser verificada junto ao consulado do país estrangeiro, no Brasil, ou na própria agência de intercâmbio responsável por seu programa de estudo no exterior. A assessora alerta que a vacina é uma obrigação de quem vai embarcar. “A responsabilidade de se vacinar é da pessoa, ela deverá antecipar a imunização exigida de acordo com sua data da viagem e também pelo tempo que leva para fazer efeito no organismo”.

Em geral, recomenda-se tomar a vacina 10 dias antes da data de embarque. O estágio, inclusive, é uma atividade profissional estimulada por Luciane. “É bacana para o aluno. Com o estágio ele terá integração acadêmica e social. A interação com outras pessoas facilitará a compreensão do idioma.”

Como escolher a moradia? As escolas de idiomas ou instituições de Ensino Superior possuem um departamento especializado para cuidar da acomodação do estudante durante o período de estadia, além da agência de viagem que faz a intermediação.

Há opções como casas de família selecionadas, campus universitário, apartamentos, residências estudantis (repúblicas), hotéis e albergues. De acordo com a Gerente de Produtos da agência de intercâmbio CI, Fabiana Fernandes, é feito uma análise de perfil para indicar a melhor opção para o estudante, mas as casas de famílias são as opções mais freqüentes.

E ai, ja esté pensando em viajar?

Para mais informações acesse: http://posuniversitario.universia.com.br/formacao-continuada/bolsas/

Anúncios
%d blogueiros gostam disto: