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Brasil forma quase três vezes menos engenheiros do que países da OCDE


As áreas preferidas de formação dos estudantes brasileiros no ensino superior são ciências sociais, negócios, direitos e serviços (37,1%) e humanidades, artes e educação (29,3%). É o que mostra levantamento feito pelo especialista em análise de dados educacionais, Ernesto Faria, do portal Estudando Educação, a partir de relatório da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). Os números apontam que o Brasil forma quase três vezes menos engenheiros do que os países desenvolvidos que fazem parte do grupo.

O estudo reuniu dados sobre 36 países. Entre todos eles, o Brasil tem o menor percentual de formandos em engenharia, indústria e construção: 4,6% do total, enquanto entre os países da OCDE a média é de 12%. Na Coreia do Sul e no Japão, por exemplo, os formandos nessas áreas respondem por 23,2% e 19% do total, respectivamente. O outro país latino-americano incluído na pesquisa, o Chile, tem 13,7% de titulados nessa área do total de concluintes.

O secretário de Ensino Superior do Ministério da Educação, Luiz Cláudio Costa, afirma que a pasta já trabalha para mudar esse quadro. Uma “sala de situação” está mapeando – junto com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e outros órgãos do governo – quais áreas do conhecimento, inclusive as engenharias, precisarão ter um aumento no número de profissionais formados para atender as demandas do país nas próximas décadas.

– Com a expansão do Reuni (Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais, lançado em 2007), dobramos a matrícula nos cursos de engenharia. Então, no horizonte de uns cinco anos, já teremos uma mudança porque os concluintes vão aumentar muito. Mas, independentemente disso, temos que avançar mais. Estamos levantando a demanda estado por estado e as necessidades de cada especialidade – explica Costa.
Mas aumentar o número de vagas e estimular a matrícula dos alunos em cursos específicos não será suficiente para melhorar o quadro. Outro problema que precisa ser atacado é a alta evasão das engenharias.

Veja essa matéria na íntegra no link: http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2011/04/10/brasil-forma-quase-tres-vezes-menos-engenheiros-do-que-paises-da-ocde-924199997.asp

A evasão no seu curso é muito grande?
O que pode ser feito para melhorar isso?

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Uma resposta

  1. Em minha opinião, como acadêmica de Engenharia de Alimentos, acredito que não adianta apenas aumentar o número de matrículas em engenharia, pois além de quantidade necessitamos de qualidade, é necessário investir mais nos cursos já existentes também e não apenas abrir vagas em outras instituições, além dos investimentos em pesquisa, pois vejo na minha própria instituição, que as áreas de humanas, por exemplo, recebe uma quantidade maior de bolsas de iniciação científica do que a de tecnológicas. Precisa-se, motivar quem já está se formando, para lançar no mercado, profissionais motivados e preparados, valorizar mais o engenheiro, tanto em melhores salários, como em aberturas de mais concursos públicos, por exemplo, certamente diminuiria em muito a evasão. O curso é difícil, complicado, na maioria das vezes integral, e o profissional não é tão valorizado aqui dentro como é valorizado lá fora, e o que também acaba acontecendo é o governo investindo, formando excelentes profissionais que vão trabalhar em outros países, devido a valorização do mercado.
    Dar mais atenção a Engenharia é essencial para um país que está em pleno desenvolvimento, e finalizando o sistema tem que ser visto como um todo. As melhorias têm que começar na educação básica, para que o futuro acadêmico tenha um bom conhecimento, fundamento, principalmente em exatas, que facilitará sua vida na universidade e conseqüentemente diminuiria a evasão dos cursos.

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