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Utilizando a Felicidade para Medir o Progresso de uma Nação


A felicidade pode ser utilizada para medir o progresso e desenvolvimento de uma comunidade ou nação. O indicador Felicidade Interna Bruta (FIB) é utilizado como uma alternativa ao Produto Interno Bruto (PIB), segundo a antropóloga Susan Andrews (coordenadora do FIB no Brasil e do Instituto Visão Futuro): “especialistas já falam que o PIB não é uma boa métrica porque não mede as mudanças de bem-estar”.

O FIB é um indicador sistêmico desenvolvido no Butão – país localizado no Himalaia, entre China e Ásia e parte da premissa que uma sociedade não deveria se delimitar somente ao crescimento econômico, mas a integração do desenvolvimento material com o psicológico, o cultural, o espiritutal e o sustentável, dessa forma o cálculo da “riqueza” pelo FIB considera nove aspectos além do desenvolvimento econômico: bem-estar psicológico, saúde, uso do tempo, vitalidade comunitária, educação, cultura, meio ambiente, governança e padrão de vida, clique aqui para saber mais sobre as nove dimensões.
Segundo Susan, existe uma base científica para o FIB. “É baseada numa ciência hedônica, que traz o questionamento do bem-estar subjetivo, tanto materiais quanto não materiais”, afirmou a antropóloga destacando que pessoas felizes têm sistemas imunológicos mais fortes, possuem um melhor desempenho no trabalho, são melhores líderes, possuem maior autoestima e são mais bem sucedidas que pessoas infelizes.
No Brasil o município de Itapetininga, em São Paulo já está aplicando o projeto de FIB comunitário, um processo de mobilização do povo para assumir responsabilidade e protagonismo. “Os resultados são surpreendentes. Vimos uma participação cooperada entre todos os setores e a comunidade”, afirmou Susan. Além do FIB comunitário, o Instituto Visão Futuro, que desenvolve a metodologia do FIB, trabalha com o FIB empresarial. “Temos o ‘Endo FIB’, que trata o FIB como paradigma de gestão empresarial dentro da empresa; e o ‘Exo FIB’, relacionado aos projetos desenvolvidos pela organização”, explicou a antropóloga.
Com o objetivo de aplicar a proposta no Paraná, o CPCE (Centro Parananense de Cidadania Empresarial) está desenvolvendo o projeto FIB PR. A proposta é disseminar a proposta do indicador junto à comunidade paranaense e iniciar a aplicação dos métodos em uma organização e comunidade em maio de 2011.

*Adaptado dos sites: CPCE e Felicidade Interna Bruta ( texto e imagem).

Qual sua análise sobre essa abordagem de resultado? Acredita ser importante medir a felicidade da nação, quais os benefícios de um país “feliz”? Poste seu comentário!

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2 Respostas

  1. Ótima iniciativa de criarem uma alternativa ao PIB, pois uma nações não é o que ela produz e sim as pessoas que formam ela e a felicidade destas é mais importante do que elas produzem.

  2. […] algum tempo atrás, uma notícia explicando toda a dinâmica do FIB foi postada (clique aqui e confira na íntegra). O FIB é um indicador de Felicidade Interna Bruta criado em 1972 pelo rei butanês Jigme Singya […]

Comentários encerrados.

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