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Ministério da Educação anuncia no Confea redução de títulos de cursos de engenharia


Engenheiro de formação, mas “falando como professor”, Paulo Wollinger, diretor de Regulação e Supervisão da Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação – SESu/MEC se dirigiu no dia 22 de setembro ao plenário do Confea e pediu a manifestação dos conselheiros sobre a redução de títulos da área de engenharia, uma das novidades a ser apresentada pelo Cadastro Nacional de Cursos de Graduação que será divulgado, “em breve”, segundo ele, por meio de portaria do MEC. “O cadastro conterá a lista, não compulsória, das denominações de todos os cursos de graduação que servirá de referência para as instituições de ensino superior brasileiras adaptarem seus programas pedagógicos”, informou.

Antes de adiantar os 24 títulos da área de engenharia a serem apresentados pelo Cadastro, Wollinger informou que “atualmente existem 27 mil cursos de graduação e seis milhões de alunos matriculados” e que, segundo as projeções “serão em 2024, 40 mil e 10 milhões, respectivamente”. Ele criticou o excesso de títulos no ensino superior: “os 27 mil cursos somam cinco mil títulos diferentes. Há pluralidade de nomes”, constata e adiantou que em engenharia hoje, são 258 nomes diferentes”.

Segundo a lista a ser divulgada pelo MEC, a área de engenharia ficaria com os seguintes títulos: aeronáutica; agrícola, ambiental; biomédica; cartográfica e de agrimensura; civil; alimentos, bioprocessos; computação; controle e automação; engenharia de materiais; minas, pesca; petróleo, produção; telecomunicações; elétrica; eletrônica; florestal; mecânica; metalúrgica; naval; química e têxtil.

Para o presidente do Confea, Marcos Túlio de Melo, a portaria a ser anunciada reflete as mudanças “necessárias ao ensino superior”. Antes de encerrar seu encontro com conselheiros federais do Sistema Confea/Crea, Wollinger destacou que a lista a ser anunciada pelo Ministério da Educação “não está fechada” e citou como exemplo, “alguns cursos de Mecatrônica que são de Controle e Automação e cursos de Controle e Automação que são de Mecatrônica. Vamos consolidar um descritivo mais apropriado para o curso e inserir na lista”, adiantou.

Fonte: http://www.mundogeo.com.br/

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2 Respostas

  1. Muito boa a idéia do mec em limitar o número de cursos de engenharia porque cada surge um “novo” curso de engenharia com nome bizarro.

  2. Pessoal, vamos divulgar as opções de CURSOS de ENGENHARIA e seus tecnólogos, inclusive os novos cursos em vigência em 2013 no interior do PARANÁ e em CURITIBA.

    Este debate enrriquece a difusão de formação tecnológica na cabeça do cidadão que tende a colocar maior número de profissionais preparados no mercado e maior número de pessoas com um melhor nível cultural desde o último Censo refletindo na auto capacidade da sociedade brasileira.
    Estudar um CURSO TECNOLÓGICO prepara o cidadão que terá maior opções profissionais inclusive para atuar nas demais areas além das ENGENHARIAS e exatas, como na SAÚDE, na EDUCAÇÃO e nas HUMANAS infinita e amplamente.
    A formação superior independente das Engenharias ou não, prepara o cidadão para se integrar muito melhor com melhor nível de sociabilidade acompanhando as relações globais.

    Curitiba, por exemplo, tem mais de 15 cursos de Graduação Bacharelado em Engenharia e mais de 20 cursos de Graduação Tecnóloga(2 a 4 anos) nas áreas de Engenharia, e somando os recém autorizados de Bacharelado nas Engenharias para 2013 são nas IES:
    – SOCIESC / Faculdade de Tecnologia Tupy com 4 de Engenharia;
    – FAPAR / Faculdade Paranaense com Eng. Civil;
    – CLARETIANO / Centro Universitário Claretiano com Eng. de Produção.

    Tal debate enrriquece as possibilidades de ampliar A divulgação

    Quanto as cursos que são bloqueados pelo MEC, na minha opinião, cabe avaliar as instituições somente após 50% de um curso ter iniciado e julgar sua capacidade reduzindo os que não desempenham seu papel didático.

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