• Consulta de cursos, instituições de ensino e atribuições







  • Digite seu endereço de email para acompanhar esse blog e receber notificações de novos posts por e-mail.

    Junte-se a 175 outros seguidores

  • Arquivos

Presente nas propostas do Congresso Nacional de Profissionais (CNP), a regulamentação dos CREAs Juniores parece perto de ser Concretizada


No próximo mês o engenheiro agrônomo Kleber Souza Santos, conselheiro federal e coordenador do grupo que trabalhou na composição da minuta de regulamentação dos CREAs-Jrs, submete a proposta à apreciação em sessão plenária. “Estamos confiantes na aprovação, visto que existe uma sensibilização quanto ao assunto e compreensão da importância de tratá-lo”, acredita. Criados com o objetivo de estabelecer um sólido elo entre o Sistema Confea/Crea e os estudantes dos cursos da área tecnológica – bem como aproximá-los e prepará-los para a atividade profissional -, os CREAs Juniores hoje atuam sob regimentos individuais e possuem estruturas – e, em alguns casos, nomenclaturas – diferentes. As propostas inseridas na resolução foram discutidas com membros de todos os Juniores do país durante o período de um ano. “A resolução foi bem planejada, bem discutida”, conta Sérgio Martins, assessor de Planejamento do CREA de Santa Catarina, onde a aprovação da minuta ajudará no trabalho de estruturação do CREA-Jr no estado, que já desenvolve pequenas ações em busca de aproximação com os estudantes. Para representantes da entidade, a proposta que normatiza a atuação dos Juniores traz benefícios. “A aprovação é um grande ganho para a classe, já que contribui para a consolidação do movimento e ajuda a definir metas estratégicas”, acredita o recém-formado Fabrício Fróis, participante do Grupo de Trabalho responsável pela minuta. Um dos pontos do texto da resolução limita a atuação de recém-formados como membros atuantes do movimento. Fabrício, no entanto, minmiza a questão. “Aquele que já se formou pode continuar participando do CREA-Jr sem os mesmos poderes de decisão dos outros membros, embora o mais adequado seja que o recém-formado cadastre-se como membro do CREA, não do CREA-Jr”, opina.
Cléia Oliveira, participante da instância no Distrito Federal, onde é chamada de CREA-Jovem, discorda. “Com essa decisão perdemos a oportunidade de desenvolvermos ações que ultrapassem as questões técnicas; ações e projetos de caráter social e ambiental, que muitas vezes exigem a participação de um profissional já formado”, expõe. Apesar disso, reconhece a importância da iniciativa. “A padronização fortalece o sistema”, avalia.
Mesmo se aprovada, a normatização do movimento continua a depender da mobilização dos Juniores já existentes. “É preciso seguir o que a resolução determina para continuar a mobilização, a troca de experiências”, observa Fróis.

Depois da apreciação da Plenária, a proposta passa ainda por unidades do
Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia para análise de admissibilidade e legalidade, e, posteriormente, segue para consulta pública por parte de todos os CREAs, num processo que pode levar pouco mais de um ano. “Feito isso, haverá uma norma nacional para a padronização das ações dos CREAs Juniores e um incentivo para a criação dos conselhos estudantis em todos os estados”, garante Kléber.

* Texto de Felipe Lima – Assessoria de Comunicação do CONFEA

Quais as oportunidades e benefícios que o programa CREAjr-PR terá diante dessa possibilidade de regulamentação? Você é a favor ou contra essa ação? Poste seu comentário!

Anúncios

2 Respostas

  1. Espero que seja aprovada está proposta, para assim regulamentar-se todos CREAs juniors existentes

  2. A maior dificuldade na elaboração de um documento como este, foi respeitar a individualidade de cada estado, principalmente pelas diferentes formas de administração e atuação dos conselhos. Esperamos que a discussão nas plenárias enriqueça este documento, que com muita discussão, se encaixa em grande parte no que hoje é o CREAjr-PR.

Comentários encerrados.

%d blogueiros gostam disto: