• Digite seu endereço de email para acompanhar esse blog e receber notificações de novos posts por e-mail.

    Junte-se a 111 outros seguidores

  • Arquivos

Anotação de Responsabilidade Técnica em pauta para os acadêmicos da UTFPR Pato Branco


201621660504_1_14937148_1224849317579630_22830558_n

Acadêmicos do nono período dos cursos de Engenharia Elétrica e Engenharia da Computação da UTFPR Pato Branco puderam estar mais próximos da realidade do exercício da profissão, conhecendo um pouco sobre a teoria e a prática do registro da Anotação de Responsabilidade Técnica. As informações foram repassadas em palestra realizada pelo engenheiro agrônomo Gilmar Ritter, gerente da Regional Pato Branco, no espaço reservado à aula de Ética, profissão e cidadania.

201621660504_2_14938052_1224849567579605_1941179813_n

Na mesma data, outra turma de acadêmicos dos mesmos cursos participaram de palestra sobre o CreaJr-PR, organizada pela dirigente do CreaJr-PR Kamilla Pittol, para apresentação do programa e de breve composição do Sistema Profissional aos acadêmicos.

201621660495_2_15133989_1181103528636542_940661521_o

Anotação de Responsabilidade Técnica

A Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) é o documento pelo qual o profissional declara sua responsabilidade técnica pela obra ou serviço, além de servir como comprovação de contrato entre as partes, contratante e profissional contratado.

A ART foi instituída pela Lei Federal 6.496/1977, e os procedimentos relacionados estão determinados na Resolução 1.025/2009. Esses normativos estabelecem que todos os contratos para realização de obras ou serviços técnicos, sejam eles escritos ou verbais, devem ser objeto de registro de ART no Crea onde for exercida a atividade – salvo algumas exceções de atividades que podem ser registradas em outro Crea no qual o profissional possua visto ou registro.

No Crea-PR, o registro de ART e a maioria dos serviços relacionados são realizados por meio de sistema informatizado, acessado mediante senha pessoal do profissional.

 

 

Teste de lógica: como se preparar para a etapa nos processos seletivos?


Muito comuns em processos seletivos concorridos, provas de lógica funcionam como filtros iniciais e exigem calma, foco e preparação dos candidatos

gabarito

 

O nome indica: um teste de raciocínio lógico avalia a habilidade do indivíduo de raciocinar de maneira lógica, ou seja, que faz sentido. E fazendo isso através do uso de argumentos, premissas, declarações e afirmações que definem se algo é certo ou errado naquele contexto…

 

“Não se trata de fazer conta de cabeça, mas de passar por um processo lógico. Como chegar na informação? Que caminho tomar?”, resume Gustavo Nascimento, sócio-diretor da Br Talent, empresa especializada em recrutamento. É uma forma de medir a capacidade analítica do candidato – ou seja, sua capacidade de analisar problemas e propor estratégias de solução – e o tipo de raciocínio que ele adota nesse processo.  

Dessa forma, esses testes acabam aferindo, de uma forma ou de outra, um traço profissional que todas as empresas desejam: a capacidade de resolver problemas.

Gustavo explica que exames do tipo passaram a ser mais frequentes na última década e aparecem principalmente nas fases iniciais de processos com volume alto de candidatos, como concursos públicos, programas de estágio e de trainee. 

“Foi uma exigência do mercado, que queria formas de absorver seu público alvo nos processos seletivos”, explica. “Em 2005, tínhamos programa de estágio com três mil inscritos, mas com a maior inserção do brasileiro no ensino superior esse número aumentou e hoje bate na casa das 20 mil pessoas.”

raciocinio-logico
Exemplo de questão de lógica comum nos processos de trainee

A própria Fundação Estudar utiliza testes de lógica tanto na seleção da própria equipe quanto no seu programa de bolsas de estudo, em que a concorrência chega 60 mil candidatos para cerca de vinte vagas.

Esses testes também são favoritos de empresas do ramo financeiro, que costumam ser exigentes quanto aos resultados, já que os desafios diários do mundo dos investimentos demandam alta capacidade analítica. Ainda assim, tais exames são hoje empregados pelos mais diversos setores, das grandes corporações a organizações não governamentais. 

O nível de dificuldade da prova depende das características da vaga. “Um teste para um cargo de gerência será diferente de um teste para iniciantes”, esclarece Gustavo. A diferença pode aparecer até dentro de um mesmo processo seletivo: candidatos a uma vaga de engenharia podem responder perguntas mais difíceis que os outros, por exemplo.

Os processos mais concorridos costumam ter testes de lógica com níveis de dificuldade altos, e são raros os candidatos que gabaritam a prova, então não fique nervoso se acha que cometeu erros ou não sabia a prova inteira. Da mesma fora, as questões mudam de tempos em tempos, tanto para evitar que candidatos fiquem viciados na respostas como para prevenir que surjam colas e gabaritos.

E o que uma nota ruim sinaliza? “O teste é muito situacional, então se você não estiver num bom dia e apresentar um desvio grande, o recrutador normalmente vai reaplicá-lo”, tranquiliza Gustavo. Importante mesmo é não ser totalmente surpreendido.

Como se preparar 

Antes de encarar as perguntas, é bom relembrar estruturas de raciocínio lógico, como deduções (conclusão através da análise de fatos), inferências (conclusão a partir de premissas), equivalências, negações e analogias, entre outras.

Vale lembrar que alguns tipos de questões costumam ser bastante recorrentes, como as que testam o raciocínio dedutivo. Esse tipo específico de raciocínio (que faz parte do raciocínio lógico) nada mais é do que a capacidade de partir do geral para chegar ao particular, e fazer isso por meio de premissas. Para isso, precisamos avaliar o quanto uma regra geral se aplica a situações específicas. Um exemplo simples: Todo metal é dilatado pelo calor. Prata é um metal. Prata é dilatada pelo calor?

Também são comuns as questões de raciocínio indutivo, que seguem o caminho inverso: partem de uma proposição específica para generalizá-la e aplicá-la em um cenário geral. A gente te explica! Indução é quando supomos que, quando certo fato se repete várias vezes, ele pode ser considerado regra geral e se repetirá de novo. É o caso da máxima de “só existem cisnes brancos”; quem disse isso imaginou que todos os cisnes fossem brancos, pois só havia observado cisnes dessa cor. Na vida real pode não ser bem assim que as coisas funcionam, mas para os testes de lógica vale o raciocínio da indução. Veja o exemplo abaixo:

teste de logica
Exemplo de exercício de raciocínio indutivo, em que só é possível adivinhar qual será o preenchimento do quadrado mais alto se pressupormos que será seguido o mesmo padrão observado no preenchimento do restante da figura

Do lado matemático, é importante revisar conceitos básicos de geometria e intersecções de conjuntos. Também vale rever equações de primeiro grau, probabilidade, análise combinatória, progressões aritmética e geométrica, frações e porcentagens e regra de três.

Não se assuste com os nomes: são coisas que você provavelmente já sabe e esqueceu. Outra boa notícia é que não faltam fontes de estudo, como as aulas da Khan Academy e do PCI Concursos, além dos simulados gratuitos e passo a passo oferecidos por sites como QConcursos e Professor Cardy.

É vital acompanhar atentamente a resolução dos problemas, mesmo se você tiver acertado. É essa prática que lhe permitirá entender a estrutura mental por trás da conclusão – ou seja, entender o próprio raciocínio lógico – e se aprimorar cada vez mais.

O ambiente da prova também é ponto de destaque. Como um teste de raciocínio lógico exige foco e dura entre uma hora e uma hora e meia, é fundamental estar calmo, num espaço confortável e evitar interrupções. “O nível de concentração é um dos principais fatores que determinam o sucesso do candidato”, diz Gustavo.

Uma vez imerso, sempre leia tudo com atenção. Compreenda cada parte do enunciado e lembre-se que só porque a sentença é verdadeira no mundo (como “o céu é azul”) não significa necessariamente que seja a certa. Em testes de lógica, tudo depende do contexto da questão – talvez naquele momento o céu seja vermelho mesmo.

Outra dica é pesquisar a empresa em questão. Algumas aproveitam para personalizar as provas e incluir nas questões seus próprios produtos, métodos de distribuição e operações logísticas, entre outros temas, na tentativa de criar familiaridade entre candidato e companhia.

De qualquer maneira, esse conhecimento generalizado é útil para dar um passo à frente da concorrência. “Encontrar um jovem que conheça um pouco da empresa antes de entrar nela é uma das grandes dificuldades que temos hoje”, finaliza Gustavo.

Exemplos de testes de lógica

Abaixo estão três das muitas questões de raciocínio lógico disponíveis no site QConcursos. Caso pareçam difíceis, lembre-se: é possível (e recomendável) treinar seu raciocínio lógico.

Pergunta 1: Sobre equivalências
“Se João estuda, então Marcela chora.” A negação dessa proposição é logicamente equivalente a:

a) Se João não estuda então Marcela não chora.
b) João não estuda ou Marcela não chora.
c) João não estuda e Marcela não chora.
d) João estuda e Marcela não chora.
e) João estuda ou Marcela não chora.

Resposta: D. Uma negação mantém a primeira sentença (“Se João estuda”) e nega a segunda (“então Marcela chora”).

Pergunta 2: Sobre sequências lógicas
Os números 2, 3, 4, 5, 8, 7, 16, 9,…, apresentam uma sequência lógica. Nessas condições, o décimo primeiro termo da sequência é:

a) 64
b) 11
c) 13
d) 128

Resposta: A. Os números pares dobram (2, 4, 8, 16) e os ímpares somam 2 (3, 5, 7, 9).

Pergunta 3: Sobre probabilidade
Uma formiga, um rato e uma cobra atravessam um deserto. Sabe-se que a probabilidade da cobra, do rato e da formiga conseguirem percorrer nesse deserto mais que 10 km são, respectivamente, 4/5, 3/5 e 3/4. Considerando os eventos independentes, a probabilidade de somente o rato conseguir percorrer mais que 10 km é:

a) 3%
b) 5%
c) 7%
d) 9%
e) 12%

Resposta: A. As chances do rato conseguir atravessar são 3/5 e as chances da cobra e da formiga não conseguirem são, respectivamente, 1/5 e 1/4. Basta multiplicar os três valores, que também podem ser expressados como 0.60 (ou 60%), 0.20 (20%) e 0.25 (25%). O resultado é 0.03, ou 3%.

Fonte: Portal Na Prática

Comissão Acadêmica Estadual do CreaJr-PR realiza a última reunião do ano


A Comissão Acadêmica Estadual (CAE) do CreaJr-PR reuniu-se no último dia 24, durante o 42º Encontro Paranaense de Entidades de Classe, que aconteceu em Foz do Iguaçu, para sua sétima e última reunião do ano de 2016.

img-20161126-wa0006

A preparação para a Oficina “Integração do jovem profissional às entidades de classe”, que seria realizada no dia seguinte e conduzida pelos acadêmicos dirigentes da CAE (veja matéria aqui) foi o tema principal da reunião, com o apoio dos engenheiros agrônomos Vânder Moreno, gestor do Programa CreaJr-PR, e Gilmar Ritter, gerente da Regional Pato Branco do Crea-PR.

O Encontro Estadual do CreaJr-PR, que neste ano volta a acontecer, foi um dos assuntos da pauta. O evento, que reúne os membros dirigentes saintes e entrantes do Programa, está previsto para fevereiro do próximo ano, com detalhes ainda a serem confirmados. Além de outros assuntos, foi apresentado também pelo gestor Vânder o resumo do novo prêmio Melhores TCCs, que será implantado pelo Crea-PR no próximo ano, visando à premiação dos melhores trabalhos de conclusão dos estudantes dos cursos afetos ao Sistema Confea/Crea.

O encerramento da reunião contou com a despedida dos membros dirigentes presentes que estão finalizando seu mandato. Mateus de Freitas (Regional Apucarana), Diego Leite (Regional Londrina) e Gabriel Biglia (Regional Ponta Grossa), que ao final deste ano deixam a Comissão, registraram agradecimentos pela importância do Programa em sua formação profissional. “O CreaJr foi um divisor de águas na minha formação acadêmica”, disse Gabriel. Da mesma forma, os estudantes receberam homenagens dos presentes pela sua atuação no CreaJr-PR. Marcel Aguilar (Pato Branco) e Yuri Trevisan Angelico (Curitiba) também encerram seu mandato como titulares ao final deste ano, assim como Gustavo Higino Silva, dirigente suplente pela Regional Maringá.

 

Conheça 8 táticas de profissionais de sucesso para evitar a procrastinação


Pessoas espertas acionam suas estratégias inteligentes para acabar com a barreira mental e continuarem produtivas

Faça um “mapa” ou lista das tarefas do dia antes mesmo de começar a fazer qualquer coisa

Todo mundo procrastina. Mesmo as pessoas mais bem sucedidas podem enfrentar esse problema todos os dias. No entanto, as mais inteligentes fazem uma coisa que a maioria não tem o hábito: elas não criam desculpas ou permitem que isso afete sua maneira de produzir. Assim, agem de maneira esperta, acionam estratégias para quebrar essa barreira mental criativa para que, assim, continuem produtivas. As informações são do Motto.

Aqui estão oito maneiras que pessoas bem sucedidas usam para lutar contra a procrastinação.

1. Mantenha-se encarregado/responsável

Mostre-se envolvido para que as coisas sejam feitas. Para tanto, faça compromissos a si mesmo, isso ajudará a manter-se responsável, inspirando confiança alheia. Você pode fazer isso ao escrever seus objetivos, ao fazer uma lista dos compromissos diários e criando lembretes no seu celular ou no calendário. Outra coisa: mude a imagem de fundo do seu computador ou celular para algo que te inspire a fazer seu trabalho. Vale, também, escrever suas conquistas do dia em uma lousa branca, um post-it ou na sua agenda.

2.  Tenha responsabilidades “públicas”

Se você não consegue ser responsável por você mesmo, pode ser mais bem sucedido sendo responsável pelos outros. Como? Diga a todos que você planeja fazer e sobre seus objetivos… Conte a amigos, empregados, chefes suas intenções e o que você não quer deixar para depois. Por exemplo, se você quer ir à academia todos os dias, peça a um amigo que te pergunte, te mande mensagens questionando se você já malhou naquele dia. Outra sugestão é começar a documentar e dividir seus caminhos: um blog onde você possa compartilhar seus projetos e conquistas, por exemplo. Proíba-se de ser uma decepção pública, isso poderá te manter ativo.

3. “Amarre-se ao mastro”

Na história da Odisseia, de Homero, Ulisses pede para que sua tripulação o amarre ao mastro do navio para que ele não tente pular no mar ao ouvir o canto das sereias. Se você é um procrastinador crônico e simplesmente não consegue resistir às tentações de coisas como Facebook e Youtube, deve-se, então, se amarrar ao mastro. Há ferramentas disponíveis tais como Rescue Time, SelfControl e Focus que bloqueiam, temporariamente, o acesso a websites que possam te distrair. É uma medida extrema, mas também efetiva.

4. Tenha autoconsciência

Autoconsciência é uma marca comum entre pessoas bem sucedidas. Isso permite com que elas entendam, em primeiro lugar, de maneira apropriada, por que procrastinam. Uma vez entendendo seus motivos de “enrolação”, será mais fácil formar um plano para combatê-lo. Entendendo-se, você poderá combater melhor sua procrastinação, formulando uma estratégia para resolver o problema.

5. Planeje o futuro

Com qual frequência você, ao começar seu dia, senta-se na sua mesa e olha as coisas em que deve trabalhar? Se você chega ao seu trabalho e não faz ideia por onde deve começar, se você pode lidar com a procrastinação logo de cara.

Assim, faça um “mapa” ou lista das tarefas do dia antes mesmo de começar a fazer qualquer coisa. Ainda melhor, tente desenhar esse planejamento na noite anterior – isso te permite enxergar de maneira mais clara as coisas mais urgentes.

6. Dê um tempo

Se você precisa enfrentar uma tarefa, mas não se encontra animado para realiza-la, tente estabelecer um tempo curto para trabalhar nela de alguma maneira. Por exemplo, estabeleça um minuto em um temporizador. Assim que este tempo acabar, você poderá perceber que precisa de mais tempo para fazer aquilo e acabará encontrando um foco que não teria se “tivesse o dia todo”. Essa regra serve para tarefas tediosas também.

7. Transforme uma grande tarefa em diversas menores  

É clássico, mas o conselho é produtivo. Transformar uma grande tarefa em diversas menores permite que você divida-as mais especificamente e meça a urgência de cada fase. Por exemplo, na sua lista de afazeres pode estar “escrever o livro”, no entanto é impossível que você faça isso somente em um dia, então por que você não troca essa frase por outra mais específica, menor, e possível de se fazer hoje?

8. Saiba desistir

Só porque você já gastou várias horas do seu dia em um projeto não significa que você deverá finalizá-lo. Simplesmente porque, algumas vezes, não vale a pena queimar ainda mais tempo na mesma tarefa, então aprenda a perceber quando é hora de desistir.

Dê um passo para trás e descubra a razão por que você está procrastinando neste projeto ou tarefa. Será que é porque, na verdade, não é assim tão importante?

 

Fonte: Portal IG – Carreiras

 

Militares americanos apostam em drones submarinos para guerra oceânica


Embora ainda esteja em estágio de desenvolvimento, tecnologia amadureceu nos últimos anos e está superando as dificuldades da operação aquática, mais complicada do que a aérea

  | U.S. Navy/Handout

 

Enquanto drones aéreos se tornaram parte crucial das guerras modernas, o Pentágono está procurando formas de colocar robôs embaixo d’água para patrulhar os oceanos no que os oficiais designam como uma “rede de autoestradas” – incluindo pontos de parada onde os veículos possam reabastecer.

Embora ainda esteja em estágio de desenvolvimento, essa tecnologia amadureceu nos últimos anos e está superando as dificuldades da operação aquática, muito mais complicada do que a de drones aéreos.

A água marinha corrói o metal. A pressão do fundo do mar pode danificar estruturas. E a comunicação é bastante limitada, o que implica na necessidade de os drones terem de navegar sozinhos, sem serem pilotados remotamente.

Apesar das dificuldades, a Marinha dos EUA vem testando diversos sistemas criados para mapear o fundo do mar, procurar minas e submarinos, e até lançar ataqtecues. Por enquanto, os drones submarinos são capazes de permanecer submersos por dias e até semanas, mas o objetivo é criar uma rede de estações de reabastecimento que permita a eles permanecerem embaixo d’água por meses, ou até anos.

Oficiais militares dizem que há um senso de urgência porque o domínio do terreno subaquático, embora um tanto ignorado, pode ser tão disputado quanto a superfície do mar, os céus e o espaço.

Enquanto a China e a Rússia estão investindo em suas frotas de submarinos, e o Pentágono tenta ganhar vantagem ao introduzir novas tecnologias, especialmente aquelas em que humanos interagem com robôs e sistemas autônomos. Em 2015, a Marinha nomeou seu primeiro secretário assistente para sistemas autônomos. E o Pentágono quer investir US$ 3 bilhões em sistemas submarinos nos próximos anos.

No mês passado, a Marinha americana participou de um exercício internacional com o uso de tecnologias autônomas nas Escócia. Submarinos autônomos trabalharam juntamente com drones aéreos com a transmissão de informações de dentro da água para o ar e, em seguida, para tropas no chão.

O objetivo principal é ter veículos submarinos autônomos lançados de submarinos tradicionais, ou drones submarinos, da mesma forma que jatos decolam de porta-aviões. Os chineses e outras marinhas construíram sensores que detectam grandes submarinos com suas tripulações, mas ainda têm dificuldade em detectar pequenos drones submarinos.

Ideia é criar uma rede de postos para recarregar equipamentos

Enquanto o projeto de drones submarinos ainda está em um estágio conceitual, a Marinha americana gostaria de construir estações submarinas, similares a postos de combustíveis. Há até um nome para elas: postos avançados de energia e comunicações. “Um lugar onde você pode abastecer ou carregar seus veículos submarinos e transferir dados”, disse Frank Herr, chefe do departamento de monitoramento de espaços de batalha oceânicos.

O Pentágono está testando veículos que são capazes de passar semanas em serviço. Recentemente, a Boeing desenvolveu o Echo Ranger e o Echo Seeker, veículos autônomos capazes de cumprir operações por dias. Neste ano, a companhia lançou o Echo Voyager, um submarino autônomo de 15 metros que é capaz de passar meses em atividade sem depender do suporte de um navio.

Nestea no, a General Dynamics aumentou sua oferta de produtos subaquáticos ao adquirir a Bluefin Robotics, que produz diversos tipos de robôs. Seu Bluefin-21 é um veículo de 4 metros capaz de lançar o que a empresa chama de “micro veículos submarinos”, conhecidos como SandSharks, que pesam apenas 7 quilos. Os SandSharks poderiam monitorar a costa de países inimigos e subir à superfície para transmitir informações para aviões. O Bluefin-21 também pode lançar um tubo que vai até a superfície para lançar um drone aéreo.

Embora haja vários problemas a serem resolvidos, em especial a duração das baterias, a tecnologia de veículos submarinos está hoje no estágio em que estavam dos drones aéreos nos anos 90, disse Carlo Zaffanella, vice-presidente da General Dynamics. O processamento de sinais e a autonomia estão melhorando. E os avanços “estão vindo em um momento em que equipamentos militares submarinos estão ganhando importância”.

Em outra frente, a Rytheon está trabalhando em um torpedo que, em vez de explodir, seria os olhos e ouvidos dos militares embaixo d’água, procurando minas ou submarinos inimigos, mapeando o solo marinho e medindo correntes.

 

Fonte: Gazeta do Povo

Eleições para membro dirigente do CreaJr-PR iniciaram ontem, saiba como votar


Foi aberto nesta segunda-feira (28) o sistema para votação no processo eleitoral de membros dirigentes do CreaJr-PR. Até o dia 12 de dezembro, os membros corporativos do Programa poderão acessar sua área restrita no site do CreaJr-PR e registrar seu voto para escolha do membro dirigente representante da sua modalidade e instituição de ensino.

Como votar

  1. Verifique se há candidato para sua modalidade e instituição de ensino: https://goo.gl/zMi7B8
  2. Acesse sua área restrita de membro do CreaJr-PR: https://goo.gl/zn3Tjw
  3. Selecione o item de menu “Eleição Membros Dirigentes”, conforme figura abaixo, e utilize as opções “Listar candidados” e/ou “Votar”.
  4. Selecione o candidato ou as opções “branco” ou “nulo”, e confirme a seleção.

votacao

Suporte

A equipe responsável pelo processo eleitoral permanece à disposição para auxiliar em caso de dúvidas ou dificuldades, por meio de protocolo registrado nos canais de comunicação do Fale Conosco no site do Crea-PR. Se preferir, o estudante também pode entrar em contato pela página do Programa no Facebook: https://www.facebook.com/creajrpr.

Oficina técnica no Encontro Paranaense de Entidades de Classe é conduzida pelos dirigentes da Comissão Estadual do CreaJr-PR


creajr

Membros dirigentes da Comissão Estadual do CreaJr-PR conduzem a oficina “Integração do jovem engenheiro junto às Entidades de Classe”. Da esquerda para a direita: Dhaianny Ghizoni de Oliveira (Guarapuava), Gabriel Biglia Wasilewski (Ponta Grossa), Mateus de Freitas (Apucarana) e Diego Leite (Londrina).

Na última semana, aconteceu em Foz do Iguaçu o 42º Encontro Paranaense de Entidades de Classe, evento anual promovido pelo Crea-PR que tem como tema principal a importância do associativismo e das entidades de classe para o Sistema Confea/Crea. No segundo dia do evento, a programação contou com oficinas técnicas em diversas áreas, uma delas preparada e conduzida pela Comissão Acadêmica Estadual (CAE) do CreaJr-PR.

Com o tema “Integração do jovem engenheiro junto às Entidades de Classe”, a oficina contou a participação de mais de 30 profissionais, representantes de entidades de classe. Para a oficina, os acadêmicos da CAE realizaram pesquisa utilizando a técnica de entrevista, junto a jovens profissionais, visando identificar questões relevantes que influenciam a adesão ou não desse profissional a uma entidade de classe. Foram entrevistados também representantes das entidades de classe, selecionadas de forma amostral nas Regionais do Crea-PR, elencando principalmente produtos e serviços oferecidos pelas entidades aos seus associados.

Além da apresentação do diagnóstico da pesquisa, a oficina contou com o envolvimento dos participantes para discussão. O objetivo principal foi a produção de material que servirá como uma espécie de guia de boas práticas que possa ser utilizado pelas entidades de classe no planejamento de ações com foco nas expectativas dos jovens profissionais que ingressam no mercado de trabalho.

A condução da oficina teve a participação dos dirigentes Dhaianny Guizoni (Guarapuava), Gabriel Biglia (Ponta Grossa), Mateus de Freitas (Apucarana), Diego Leite (Londrina) e Henrique Welzel da Silva (Cascavel).

%d blogueiros gostam disto: