II Semana Acadêmica de Agronomia – II SEAGRO


De 04 a 07 de julho, a II Semana Acadêmica de Agronomia (SEAGRO), da UTFPR em Dois Vizinhos, tem por objetivo ser um evento de difusão técnico-científica de assuntos relacionados as ciências agrárias, levando a complementação extra curricular dos envolvidos, por meio da interação de diversas áreas do setor, e também pela aproximação dos acadêmicos com profissionais de renome  nacional e internacionalmente, assim como a interação com outras escolas de ciências agrárias.

Também tem como objetivo, propiciar uma atualização profissional das inovações tecnológicas ocorrentes na área agronômica e áreas correlatas. Assim como objetiva-se a troca de experiência entre acadêmicos e agricultores, para que se familiarizem com o futuro cenário de trabalho.

No dia 05 de junho haverá um mini curso com as seguintes palestras: Responsabilidade Técnica, Ética Profissional, Anotação de Responsabilidade Técnica ART, Sobre Exercício Profissional. Mais informações entrar em contato com o Elvio Nunes, membro dirigente do CREAjr nunes_elvio@creajr-pr.org.br.

Confira a programação da Semana Acadêmica:

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CREAjr em ação!


Palestra realizada sobre o Sistema CONFEA-CREA, no dia 14 de maio, na UNIUV , para acadêmicos do curso de Engenharia Civil e Engenharia Ambiental Palestrante: Eng.° Eletric. Thyago Giroldo Nalim, gerente do CREA na Regional de Guarapuava.

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5 causas para a falta de concentração


Não consegue se concentrar nas suas aulas? Existe uma série de problemas que podem ser a causa do seu problema. Confira 5 causas para a falta de concentração.

5 causas para a falta de concentraçãoÉ comum deixar a mente divagar uma vez ou outra durante as suas aulas. Mas, se o problema se tornar constante, você deve se perguntar qual o motivo da sua falta de concentração, já que esse problema pode afetar o seu desempenho escolar.

1. Fadiga
Um dos grandes motivos para a falta de concentração é a fadiga. Se você está muito cansado e não está dormindo o suficiente, manter a concentração em um professor falando durante bastante tempo se torna uma tarefa complicada. Tente acostumar o seu corpo a uma rotina de sono que seja saudável e deixe você descansado para o dia de estudos.

2. Ansiedade

ansiedade também é um grande obstáculo para a falta de concentração. A escola pode ser um ambiente estressante, e é normal passar o dia se preocupando com outros problemas. Mas tente encontrar maneiras de se livrar do estresse para não deixar o seu desempenho na escola cair.

3. Amor

amor pode ser um problema para os adolescentes. É normal não conseguir prestar atenção em algo porque você não consegue tirar alguém da cabeça. Você precisa, portanto, encontrar uma forma de se disciplinar e organizar os seus pensamentos para conseguir estudar de forma satisfatória.

4. Dieta

dieta também pode interferir na sua capacidade de concentração. O corpo humano precisa de alimentos saudáveis para funcionar da forma correta, então preste atenção no que você come e tente evitar alimentos muito gordurosos.

5. Tédio

tédio é a causa mais comum para a falta de concentração. É difícil prestar atenção em uma aula quando falta motivação e interesse para aprender. Tente se lembrar de porque você está estudando e o que quer alcançar na sua vida. Esse exercício vai ajudar você a encontrar a inspiração necessária para se concentrar na aula.

Fonte: Universia

Servidores: a universidade depende deles


Técnicos têm mostrado a força da categoria nas últimas greves. Sem eles, instituições param.

Christian Rizzi / Gazeta do Povo / O assistente em Administração Christopher Jonas Teles (com camisa branca, à frente), 36 anos, ajuda professores e alunos da Unila, em Foz do Iguaçu, há um ano e meioSe todos os servidores técnico-administrativos deixam de trabalhar, a universidade para. Seja nos bastidores ou em função de destaque, lá estão eles em praticamente todos os setores, contribuindo com o processo educativo e com a função social das instituições. Eles atuam em dinâmicas administrativas dos processos de pesquisa, ensino e extensão, em hospitais universitários, no planejamento estratégico e operacional das organizações e em funções específicas determinadas com a aprovação em concursos públicos.

Nos últimos anos, os servidores ganharam destaque por sua forte atuação em busca de direitos trabalhistas e mais reconhecimento, especialmente durante as greves nas universidades federais. Além das questões salariais, o principal descontentamento relacionava-se com a disparidade entre novas vagas para alunos e técnicos.

Enquanto as vagas anuais para calouros passaram de cerca de 110 mil em 2003 para mais de 230 mil em 2011, segundo o Ministério da Educação (MEC), os servidores viram um pequeno aumento nas contratações nos últimos anos. O total de funcionários na ativa (desconsiderando aposentados) passou de 93,7 mil para 120,7 mil no mesmo período. Para o coordenador-geral da Fasubra (federação de sindicatos da categoria), Paulo Henrique Rodrigues dos Santos, as novas contratações têm sido insuficientes para cobrir afastamentos e aposentadorias.

“A sociedade não sabe que temos três vezes mais alunos e que o governo não faz a reposição do quadro [de servidores] conforme a sua necessidade, o que compromete a qualidade do ensino”, critica Santos.

Cargos extintos

Outro fator que está mudando a concepção do trabalho de servidores em universidade federais é a extinção de cargos e de postos de trabalho. Enquanto nas instituições mais antigas a extinção ocorre de maneira gradual, até que os servidores desses cargos específicos se aposentem, as instituições mais recentes já contam com a divisão do quadro de funcionários entre concursados e terceirizados. Entre os 45 cargos que estão desaparecendo como posto público de trabalho e têm sido substituídos por funcionários terceirizados estão os de motorista, copeiro e servente de limpeza.

Guia dentro do câmpus

O assistente em Administração Christopher Jonas Teles, 36 anos, ajuda professores e alunos da Unila, em Foz do Iguaçu, há um ano e meio. Apesar da função estabelecida, ele não é procurado apenas para providenciar materiais das aulas. Por causa da longa experiência anterior como guia turístico, ele é “o cara” quando os alunos de diferentes nacionalidades procuram indicações sobre passeios e atividades na região. Vindos de longe, os alunos também conversam com ele sobre a falta que sentem de casa.

“Além da questão acadêmica, também acontece de procurarem quando estão com problemas pessoais, saudade dos pais e outras coisas corriqueiras. Isso porque tenho contato frequente com os estudantes”, diz. O fato de falar inglês, espanhol e italiano ajuda a integração. “Servidores têm de estar sempre se aperfeiçoando e nisso entram também as línguas estrangeiras”, diz Christopher.

Três pilares

Ao lado de professores e estudantes, os técnicos-adminstrativos formam os três pilares de uma universidade. É isso que defende o secretário de Gestão de Pessoas da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), João Afonso Hirt. “Sem qualquer um desses pilares, a instituição não funciona”, diz. O pró-reitor de Gestão de Pessoas da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Adriano do Rosário Ribeiro, concorda. Para ele, a falta dos servidores traria um impacto altamente negativo, especialmente nos hospitais universitários.

Fonte: Gazeta do Povo

Processo seletivo TECPUC 2013


MKT processo seletivo CWB

Acumulou trabalhos e provas? E agora?


Saiba como agir quando há pouco tempo e muitas tarefas e leituras pendentes.

Ilustração / Gazeta do Povo / Benett / A maioria dos estudantes sabe que o modo mais eficaz para garantir boas notas e assimilar bem os conteúdos é uma rotina de estudos diária, sem acúmulo de trabalhos ou leituras. Mesmo assim, o excesso de compromissos ou a simples falta de organização fazem com que muitos tenham de lidar com prazos curtos e pilhas de tarefas a cumprir. Quando a vida universitária chega a esse ponto, a melhor saída é eleger prioridades e encontrar tempo para planejar o que fazer.

O pânico é um sentimento comum quando o aluno se dá conta de tudo que ainda não fez, mas a professora Inge Suhr, coordenadora pedagógica do Centro Universitário Uninter, recomenda como primeiro passo baixar a ansiedade e colocar todas as atividades pendentes em uma planilha. “Defina o que você fará primeiro, o que virá na sequência e aquilo que pode ficar para depois”, diz.

Colocar no papel ajuda a visualizar o tamanho da demanda e permite ao estudante estabelecer quando e quanto tempo usará para cumprir os compromissos. “O estudante vai ver como é bom riscar cada uma das tarefas realizadas. Isso dá sensação de missão cumprida”, diz. Para Inge, a pressa, sem definir o que é mais importante, normalmente traz mais danos para a rotina acadêmica.

Sacrifício

Um método mais extremo, usado por muitos estudantes, é sacrificar uma ou mais noites de sono. “Eu fico sem dormir para fazer os trabalhos, estudo até tarde”, diz a jovem Camila Pereira, do curso de Engenharia Civil da Universidade Federal de Uberlândia, via Fan Page do Vida na Universidade no Facebook.

Outro sacrifício para quem quer se sair bem nas tarefas é não ceder ao vício da internet. “Não abra o computador e nem mexa no celular, pois será uma grande tentação a de não retornar aos estudos”, alerta a coordenadora pedagógica no Colégio Decisivo, Debora Loepper Borges. O tempo que se gasta na checagem de e-mails e mensagens em redes sociais nunca leva “só um minutinho”.

Débora enfatiza também que, em situações extremas, é preciso analisar todas as atividades da vida cotidiana, não só as que têm relação com os estudos, e abrir mão de algumas delas para que possam liberar tempo ao que é essencial naquele momento.

ENTRE NA LINHA

 Confira algumas dicas para evitar o sufoco na universidade:

Crie o hábito de usar agenda ou qualquer tipo de anotação para lembrar o que precisa ser feito. Ter em mente e acesso ao que precisa ser feito é a base do planejamento.

Estabeleça pelo menos uma hora de estudo diário, mesmo quando não houver tarefas para entregar.

Mantenha uma alimentação adequada e faça atividades físicas regularmente para que seu organismo esteja preparado para eventuais sacrifícios, como dormir menos.

Fonte: Gazeta do Povo

O humor também tem espaço na universidade


Em algumas áreas, o riso é mais que descontração. A arte de fazer rir é uma ferramenta que pode ajudar na vida profissional.

André Rodrigues / Gazeta do Povo / Ter flexibilidade emocional para rir de si mesmo e se autorizar a falar besteira na hora de criar é uma das lições primordiais nas aulas de Publicidade e Propaganda da UniBrasil

O humor pode encontrar portas abertas em qualquer curso, e algumas formações adotam o riso e os mecanismos para provocá-lo como parte do currículo. Indispensável em Artes Cênicas, o humor permeia a graduação do início ao fim. É dessa área que outros cursos emprestam a maneira de lidar com o sentimento.

A extroversão e a abertura para ideias inovadoras e criativas levam cursos de Negócios e Tecnologia a se aproximarem da arte cômica. De acordo com o professor da Faculdade de Artes do Paraná (FAP) Diego Baffi, os procedimentos que usam a brincadeira estão muito ligados ao universo da criação e ajudam no relacionamento interpessoal. “Há uma procura bem ampla por pessoas que não são da área e nem têm pretensão de se tornar atores”, conta.

Em Publicidade e Propaganda, por exemplo, não há aluno que se forme sem ter passado por dinâmicas e exercícios de criatividade que testam os “dons humorísticos”. Para o designer e professor do curso na UniBrasil Joaquin Presas, saber trabalhar com o humor é indispensável em profissões em que a criatividade é necessária.

“Ser mal-humorado é meio caminho andado para não ter boa produção criativa. Nas campanhas, o humor é uma ferramenta que faz com que filtros e barreiras caiam. Além de universal, é rapidamente absorvido, quebra expectativas e auxilia na percepção da mensagem”, diz.

Relacionamento

Além da questão mercadológica, em que o humor é usado para convencer alguém a usar um produto ou serviço, ele também é usado em outras áreas para aproximar pessoas, para promover a melhora física e mental e também para estimular o aprendizado.

A Pedagogia usa o humor para tornar o ensino prazeroso e fazer com que o aluno tenha boa relação com a aquisição do conhecimento. Cada vez mais se tem dado importância ao lúdico na aprendizagem de crianças até o 5.º ano da educação básica.

O filme O amor é contagioso, que tornou famoso o médico Patch Adams, conta a história do humor no tratamento de pacientes. Foi um grande incentivo para a humanização de hospitais e para o relacionamento médico-paciente. Ações desse tipo contribuem para uma melhor aceitação dos procedimentos médicos pelos pacientes e por uma redução do estresse. “Há a diminuição da dor e aceleração da melhora dos pacientes, já que o riso provoca liberação de substâncias no corpo e faz com que paciente relaxe e que acelere as defesas naturais do corpo”, diz Baffi.

A graça do inesperado

Ter flexibilidade emocional para rir de si mesmo e se autorizar a falar besteira na hora de criar é uma das lições primordiais nas aulas de Publicidade e Propaganda da UniBrasil. É o que prega o professor Joaquin Presas, que vê o humor como gerador de impacto por meio do inesperado. “Digo para imaginar o que as pessoas esperam e ir além, pensar como vai acabar e fazer diferente, buscando o máximo de impacto possível”, conta.

Fonte: Gazeta do Povo

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