CAR de Regional Ponta Grossa fica em 1º lugar na realização da Pauta Mínima de Atividades

Este controle mostra o número de atividades possíveis de serem realizadas pela CAR de cada uma das Regionais (é o número de membros dirigentes X as 6 atividades da pauta mínima). Confira o desempenho…

Membos Dirigentes da Regional Ponta Grossa - das 108 atividades possíveis realizaram 68 (63%)

Membos Dirigentes da Regional Londrina –  das 78 atividades possíveis realizaram 45 (58%)

Membos Dirigentes da Regional Maringá – das 120 atividades possíveis realizaram 35 (29%)

Membos Dirigentes da Regional Cascavel - das 132 atividades possíveis realizaram 33 (25%)

Membos Dirigentes da Regional Pato Branco - das 60 atividades possíveis realizaram 12 (20%)

Membos Dirigentes da Regional Curitiba das 144 atividades possíveis realizaram 25 (17%)

*Neste controle não é computado as atividades que foram realizadas mais de 1 vez.

Gestão do CREAjr-PR

 

RESULTADOS DO PROGRAMA CREAjr-PR 2011

Conheça os resultados obtidos em 2011 e o quadro comparativo com as atividades realizadas em 2009 e 2010.

Indicadores
2009
2010
2011
Nº membros inscritos CREAjr-PR
8.661
11.291
13.620
Nº atividades realizadas
199
252
293
Nº estudantes que participaram das atividades
7.960
10.080
11.720
Nº membros dirigentes eleitos
54
78
107
Nº acessos ao blog
 
20.328
41.621
Nº acessos ao site
 
30.918
33.077

Comunicado ao Membros Dirigentes do Programa CREAjr-PR

O Encontro Estadual do CREAjr-PR tem nova data de realização, será nos dias 10, 11 e 12 de abril, em Curitiba.

A mudança de data ocorreu devido a integração do evento do CREAjr-PR a outros eventos que o CREA-PR realizará em abril, ou seja, o Fórum de Inspetores, a Agenda Parlamentar Estadual e o Lançamento Oficial do Colégio de Entidades de Classe.

A grande novidade é que os estudantes terão no dia 11/04 uma agenda na Assembléia Legislativa do Paraná, onde transitarão nos gabinetes dos Deputados e também participarão do Grande Expediente, acompanhando o pronunciamento do novo Presidente do CREA-PR, engenheiro civil Joel Krüger.

Agende-se! Serão convidados a participar do Encontro todos os membros dirigentes titulares e suplentes eleitos em dez/2011 e todos os titulares que permanecerão em mandato 2011/2012.

A coordenação de eventos do CREA-PR solicita que mantenham seus endereços atualizados no cadastro do CREAjr-PR para que não ocorram problemas quanto ao recebimento do convite e das informações sobre o evento!

Gestão do CREAjr-PR

Feliz Natal!

O Programa CREAjr-PR deseja a todos um Feliz Natal!

Brasil atrai expatriados que cursam MBA nos EUA, diz universidade

Mesmo com ofertas de emprego nos Estados Unidos, mais brasileiros formandos em MBA (Mestrado em Administração de Negócios) de uma universidade americana têm preferido voltar ao Brasil para trabalhar.

A observação é da diretora de admissões da Universidade Duke (Carolina do Norte), Megan Lynam, a partir da conversa com estudantes. “São pessoas que têm oportunidades de trabalho nos EUA, mas estão escolhendo regressar ao Brasil”, diz Lynam.

“Nem sempre é uma decisão fácil. (Mas) muitos dizem querer ser parte de um período de crescimento de seu país. Além disso, o Brasil não tem executivos o suficiente, então as possibilidades de crescimento rápido na carreira são maiores.”

O engenheiro Leandro Iwase, 34 anos, é um dos alunos do MBA de Duke que têm ofertas de trabalho nos dois países. Ele diz que recebeu propostas de emprego de duas empresas brasileiras e de duas americanas, e até janeiro tomará uma decisão.

“O interessante é que antes (os formandos) não tinham essa opção (de voltar ao Brasil)”, diz ele, alegando que era pequeno o interesse das empresas brasileiras em pessoas com títulos de MBA. “Agora, a procura aumentou, os salários estão equivalentes e, em alguns casos, ainda maiores no Brasil. Tenho visto empresas e indústrias brasileiras criando programas para recrutar brasileiros aqui.”

Segundo Iwase, muitas dessas empresas têm até ajudado nos custos do MBA (de cerca de US$ 100 mil, se considerado apenas o valor do curso), que também pode ser financiado por bolsas de estudo ou empréstimos universitários.

A amostra de Duke é pequena, mas é vista pela universidade como o indicativo de uma tendência: em 2003, só 1 dos 7 brasileiros que cursaram o MBA da universidade regressaram ao Brasil para trabalhar. Já na turma que se forma no ano que vem, o número cresce: dos 14 brasileiros, oito manifestaram desejo de voltar ao Brasil, quatro pretendem ficar nos EUA e dois (incluindo Iwase) ainda não decidiram.

A tendência se assemelha a outros fenômenos recentemente associados ao crescimento do Brasil e do mercado de trabalho brasileiro.

Reportagem de agosto do diário econômico britânico Financial Times relatava que um crescente número de executivos brasileiros que vivia no exterior havia muito tempo estava retornando ao país para preencher vagas abertas pela escassez de talentos locais em nível gerencial.

E pesquisa de novembro da consultoria de RH ManpowerGroup aponta que, por conta da falta de mão de obra qualificada o suficiente, 14% dos empregadores brasileiros têm buscado no exterior profissionais para preencher suas vagas.

Segundo Megan Lynam, que visitou o Brasil nesta quinta-feira, a tendência de regresso à terra natal é vista também entre estudantes do MBA da Duke vindos de outros países latino-americanos.

Por conta do crescimento da região, a Duke diz que está tentando recrutar mais alunos brasileiros e latino-americanos para seu MBA.

“É importante que nossas classes sejam representativas e (etnicamente) diversas. Focamos a América Latina por causa do crescimento e pela existência de várias microeconomias dentro da região”, diz Lynam.

 ’Ciência Sem Fronteiras’

 A especialização de brasileiros no exterior virou tema de política governamental nesta semana, com o anúncio, por parte da presidente Dilma Rousseff, do programa Ciência Sem Fronteiras, que oferece bolsas de estudo para brasileiros que queiram estudar em universidades do exterior.

Na primeira leva, o programa selecionou candidatos para estudar um ano de seus cursos de graduação em universidades norte-americanas. Mil e quinhentos candidatos foram selecionados, e os primeiros 841 embarcam em janeiro de 2012, segundo a assessoria do governo.

“Nossos alunos do Chile, por exemplo, tradicionalmente sempre voltaram ao seu país (após os estudos). Mas vejo no Peru uma tendência semelhante à observada no Brasil.”

Fonte: O Estadão

Concurso de Monografia 2012 – A Cidade nos Trilhos

Com o tema “Transporte Metroferroviário – Mobilidade e Desenvolvimento Urbano”, a 8º edição do Concurso de Monografia 2012 A Cidade nos Trilhos   abre as inscrições para todos os interessados. Nos sete concursos anteriores, cerca de 300 trabalhos foram inscritos.

A ficha de inscrição se encontra com o regulamento no site da CBTU, e deve ser preenchida e enviada por correio até o dia 1º de agosto de 2012. Poderão concorrer trabalhos individuais e em grupo, de candidatos de qualquer nacionalidade e formação acadêmica, que possuam diploma de nível superior, inclusive estudantes que estejam cursando os dois últimos anos da graduação. O prêmio tem a finalidade de estimular a pesquisa na área de transporte urbano, reconhecendo os trabalhos de qualidade técnica e de aplicabilidade no setor de transporte.

O tema em destaque abrange diversos assuntos, que poderão ser abordados nos trabalhos como, mobilidade e acessibilidade; planejamento urbano e transporte; transporte; uso e ocupação do solo; operações urbanas e empreendimentos associados; cidadania; inclusão social; consumo de energia e meio ambiente; desenvolvimento tecnológico e do conhecimento em transporte; mecanismos de financiamento e auto-sustentabilidade dos transportes; trens regionais; e trens turísticos.

Os cinco primeiros trabalhos serão contemplados com certificado; publicação da monografia; participação do XXVI ANPET – Congresso de Pesquisa e Ensino em Transporte, com data e local ainda não definidos pela Associação Nacional de Pesquisa e Ensino em Transportes, passagens e hospedagens incluídas. O valor do prêmio para os três primeiros colocados é: 1º prêmio: R$ 10.000,00; 2º prêmio: R$ 6.000,00; 3º prêmio: R$ 3.000,00.

Para maiores informações:  monografia@cbtu.gov.br 

Fonte: Imprensa CBTU – Rio de Janeiro

Universidades paranaenses criaram pacto pela mobilidade sustentável

Ciclistas se reúnem em frente ao prédio histórico da UFPR: bicicleta será tema de estudo das universidades no Paraná.

As principais universidades paranaenses assinaram nessa segunda-feira (19), em Curitiba, o documento que cria o Pacto Universitário pela Mobilidade Urbana Sustentável.

A iniciativa é do Grupo de Estudos em Mobilidade Urbana, que conta com a participação da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), Universidade Positivo (UP) e Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).

Isso significa que todas as universidades envolvidas atuarão no campo da pesquisa sobre o ciclismo utilitário e desenvolverão iniciativas para disseminar e facilitar o uso desse meio de locomoção na comunidade acadêmica.

O objetivo do grupo é criar uma infraestrutura cicloviária interligando todas as instituições de ensino superior de Curitiba.

“A discussão girará em torno da ideia de uma malha cicloviária, além da promoção da bicicleta como meio de transporte dentro dos câmpus”, explica a coordenadora do projeto, professora Tatiana Gadda, do Departamento Acadêmico de Construção Civil da UTFPR.
O coordenador do Programa Ciclovida da UFPR, José Carlos Belotto, ressalta que o apoio da academia ajudará a elevar ainda mais o debate sobre a ciclomobilidade em Curitiba.

“São várias frentes atuando em defesa da bicicleta. Agora, também as universidades passarão a trabalhar de forma conjunta”, afirma.

Fonte: Ir e Vir de Bike

As microrevoluções do TEDxJovem@Ibira

 Neste final de ano, que tal pensar em microrrevolucionar algo no seu dia-a-dia que você considera que precisa de mudança? Aquele projeto que está na gaveta pode entrar nas resoluções de ano novo, afinal, só com o primeiro passo é possível caminhar para promover mudanças, mesmo que pequenas.

E justamente para mostrar que revoluções na escala “micro” fazem toda a diferença, aconteceu em São Paulo, no começo de dezembro, o TEDxJovem@Ibira. “Mais do que um evento de palestras, queríamos realizar um momento de reflexão, para instigar o público a repensar seu papel no mundo”, disse André Gravatá, o idealizador desta edição.

TED é a abreviação de Technology, Entertainment, Design (Tecnologia, Diversão, Design). O evento foi criado nos EUA em 1984 com a missão de apresentar “ideias que merecem ser espalhadas”. É uma forma de transformar palco e plateia em espaços de troca de experiências e situações que inspiram pessoas a fazer a diferença no mundo.

Todos os anos, o TED faz dois grandes eventos, com plateia selecionada (e disputada!): o TED Conference, na Califórnia, e o TED Global, em Edinburgh, no Reino Unido. Os eventos têm como objetivo levar “pessoas fascinantes” que tem o desafio de falar sobre suas vidas (projetos, ideias…) em até 18 minutos – o tempo é um dos segredos de sucesso do TED. Nesse tempo, é difícil uma palestra ficar cansativa. Prender a atenção do público em poucos minutos é a grande sacada.

O site do TED disponibiliza as melhores “palestras e performances”. São mais de 900 vídeos que podem ser vistos e reproduzidos livremente, alguns com legenda.

Segundo o site, hoje o evento é o que melhor representa uma comunidade global, com “pessoas de várias culturas que procuram um entendimento mais profundo do mundo”.

TEDx quer dizer TED “independente”. Se a proposta é espalhar boas ideias, nada melhor do que disponibilizar o formato do evento para pessoas interessadas em promovê-lo em qualquer lugar do mundo (inclusive aqui no Brasil, viu?).

Assim, um TEDx é um evento licenciado pelo TED, porém planejado e coordenado de forma autônoma por um grupo de pessoas. É uma forma de “dar a comunidades, organizações e indivíduos a oportunidade de estimular o diálogo por meio da experiência do TED”.

Qualquer pessoa pode organizar um TEDx (pra começar, tem que entrar no site e solicitar uma licença). “A partir do TEDx, outros projetos vão surgindo, em um ciclo interminável”, comenta André. “Ao ganharmos essa permissão, também nos conectamos automaticamente com uma enorme rede de pessoas interessadas em mudanças no mundo – essas pessoas vieram nos procurar das mais variadas maneiras. Mais do que o formato das palestras, o interessante do TED é a rede que tem se formado ao redor dessa ideia.”

Foto: Deborah Dubner

 O evento TEDxJovem@Ibira reuniu cerca de 100 jovens na UMAPAZ (Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz), no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, em um domingo inteiro de encontros e ideias inspiradoras apresentadas com um tema como ponto de partida: as microrrevoluções.

Para André, a importância do assunto está no foco em problemas locais, que são tão importantes quanto os “macroproblemas”. Além disso, “as microrrevoluções resumem o espírito transgressor do jovem, que desafia o status quo”. E aí, você se identifica com essa transgressão com cara de microrrevolução?

Tudo foi pensado nos mínimos detalhes: desde a decoração do palco, com materiais reaproveitados (como cabos de vassoura para sustentar as letras da MICRORREVOLUÇÃO), até os crachás dos participantes, feitos com papel semente. Sem contar a comida gostosa e natural oferecida nos intervalos, sem descartáveis, e intervenções artísticas como teatro, música e ilustrações das palestras em tempo real.

Um dos destaques foi a palestra de Luyando Katenda, que, com 16 anos, é embaixador do UNICEF pelos direitos das crianças na Zâmbia, além de participar da formação de redes que lutam pelo meio ambiente e pelos direitos das crianças.

A norte-americana Gail Mooney contou um pouco da história do seu filme Opening Our Eyes, produzido em parceria com a sua filha, em uma viagem por mais de 90 países, para mostrar pessoas que estão mudando o mundo e fazendo suas “microrrevoluções”. Ao final, ela compartilhou três dicas:

- Seja útil: encontre algo com o qual queira contribuir
- Seja você mesmo: “desligue” o barulho em volta
- Seja gentil: tudo o que vai, volta

A programação foi intensa (com vários outros palestrantes inspiradores!) e até o final de dezembro todos os vídeos estarão disponíveis no site do evento. Pra quem não acompanhou na transmissão ao vivo (e pra quem acompanhou também!), vale a pena ver, rever e compartilhar.

Dentre muitas lições, o evento deixa uma importante que vale dividir: “a menor e mais importante microrrevolução que existe é a individual”.

Você já pensou na sua microrrevolução? O que na sua vida, na sua cidade ou na sua comunidade precisaria de uma? Compartilhe aqui!

Fonte: Revista Super Interessante

Cooperação prevê oferta de 10 mil bolsas em instituições francesas

Brasil e França assinaram nesta quinta-feira, 15, memorando de entendimento que possibilitará a concessão de 10 mil bolsas de estudos a brasileiros em instituições francesas no período 2012-2015. O acordo foi celebrado no Palácio do Planalto entre os ministérios brasileiros da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação e o ministério francês das Relações Exteriores e Européias, no âmbito do programa Ciência sem Fronteiras.

As bolsas previstas pelo acordo destinam-se a estudantes e pesquisadores brasileiros dispostos a fazer cursos de graduação na modalidade sanduíche ou doutorado nas modalidades sanduíche e pleno, nas áreas de matemática, física, química e biologia, engenharias e ciências tecnológicas. O processo de seleção será conduzido conjuntamente pelos coordenadores do programa no Brasil e na França.

Durante a cerimônia, também será firmado convênio entre a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do MEC e a CampusFrance, a agência nacional francesa de ensino superior para estrangeiros. A partir desse convênio, começam os trâmites para a concessão de 50% das bolsas previstas no acordo binacional.

Caberá à Capes garantir os recursos financeiros para transporte e manutenção dos bolsistas na França, bem como o pagamento das anuidades e taxas acadêmicas. A CampusFrance ficará responsável por colocar e supervisionar os bolsistas durante a estada no país europeu.

As 5 mil bolsas de estudos previstas no convênio serão concedidas por meio de editais específicos, a serem organizados por uma comissão mista da Capes e da CampusFrance. Podem participar do programa instituições públicas francesas de ensino superior e de pesquisa, com boa avaliação, de maneira a garantir a qualidade das instituições que acolherão os brasileiros.

Intercâmbio — O programa Ciência sem Fronteiras busca desenvolver a ciência e a tecnologia no Brasil por meio do intercâmbio de estudantes de graduação e de pós-graduação e da mobilidade internacional de estudantes e pesquisadores. Até 2014, serão oferecidas 101 mil bolsas de estudos — 75 mil pelo Poder Público e 26 mil em parceria com empresas estatais e instituições particulares. A oferta prevê as modalidades graduação-sanduíche, educação profissional e tecnológica e pós-graduação —doutorado-sanduíche, doutorado pleno e pós-doutorado.

(MEC)

Copa deve mudar férias escolares em 2014

As férias escolares do meio do ano deverão ser antecipadas para que alunos de colégios públicos e privados estejam liberados durante a Copa do Mundo de 2014.

A proposta foi apresentada à comissão especial criada na Câmara para discutir a Lei Geral da Copa.

O relator do projeto na comissão, deputado Vicente Cândido (PT-SP), defenderá a aprovação. A Copa vai começar em 12 de junho de 2014.

A ideia é antecipar o início das aulas para 20 de janeiro e assim viabilizar o fim do primeiro semestre escolar até o dia 10 de junho -as aulas retornariam em 21 de julho. Dessa forma, o recesso escolar no início do ano teria 20 dias em 2014, enquanto no meio do ano seriam 40 dias.

Questionado sobre a obrigatoriedade de todos os Estados seguirem a lei, o relator não foi claro. Disse apenas que “a lei tem interferência com entes federados e escolas privadas”.

A proposta, que teve parecer favorável na comissão de educação, diz que as férias deverão “abranger todo o período entre a abertura e o encerramento da Copa”.

Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, nenhuma escola pode ter menos do que 200 dias letivos e 800 horas anuais de aulas.

O calendário escolar deverá ser discutido no Ministério da Educação e nos Estados.

Procurado pela Folha, o ministério disse que só tomará uma posição sobre a questão após a aprovação da lei.

ALÍVIO NO TRÂNSITO
Um dos objetivos da mudança nas férias escolares é aliviar o trânsito no horário de pico em dias de jogo.

Algumas partidas da primeira fase começarão às 13h, horário em que estudantes estão retornando para casa ou indo para a escola.

Outro objetivo da medida é facilitar que estudantes assistam aos jogos.

“A Copa é mais que uma festa, fará parte do calendário cívico do Brasil e terá a atenção dos brasileiros”, afirma o deputado Cléber Verde (PRB-MA), que é o autor da proposta.

A lei é um compromisso do governo com a Fifa, que exige a aprovação de leis que garantam as condições jurídicas para o evento.

O texto, que será votado hoje na comissão da Câmara, é a segunda versão de Cândido. A principal novidade será a proposta das férias. “Ninguém vai ter aula direito na Copa”, diz Cândido.

Partidos da oposição admitem a aprovação da proposta, embora tenham ressalvas. “Infelizmente, essa medida é o reflexo dos atrasos nas obras de mobilidade, mas seremos a favor se o governo for claro em relação à motivação”, diz o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ).

(Folha de S.Paulo)

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